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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Løb Stop Stå- Parar


Lembrava-se bem do mês e do dia. Com um pouco de esforço, podia até recordar a roupa que tinha vestida quando o marido lhe deu as chaves do carro novo. O gozo que lhe dava estacionar no parque da empresa, abrir a mala e passar as unhas impecáveis no símbolo cromado. Ti-ti. Aquele gesto de abrir e fechar portas no modo automático dava-lhe um sentimento de triunfo. Chegava ao escritório e pousava as chaves do carro em cima da mesa. Um troféu saloio que, juntamente com pares de sapatos e carteiras de luxo, fazia questão de exibir. Fiz por merecê-lo, dizia, imprimindo à voz um tom ligeiramente brejeiro, quase impudico, a provocar o pensamento alheio. Acariciava o volante cor de vinho com ternura e referia-se ao carro sempre na terceira pessoa, como se fosse um amante. Só ela sabia a dor que tinha sentido quando o anúncio foi publicado no jornal. Quando os papeis chegaram a casa. Quando aqueles homens bateram à porta, levaram as chaves e os documentos. Teresinha podia perdoar tudo ao marido. Menos que deixasse levarem-lhe o carro.


PÊRAS EM CALDA DE VINHO, MEL E ANIS ESTRELADO
Tempo de preparação: 30 minutos;
Serve: 6-8 pessoas;
  • 4 pêras grandes;
  • 3 estrelas de anis;
  • 2 colheres de sopa de pimenta preta;
  • 3 colheres de sopa de mel;
  • 3 colheres de sopa de açúcar;
  • 500 ml de vinho maduro tinto;
Modo de preparação:
  1. Descasque as pêras e corte-as ao meio.
  2. Misture o vinho, o mel, o açúcar, o anis estrelado e a pimenta e regue as pêras. Leve ao lume brando, cerca de 30 minutos ou até as pêras estarem cozidas. Deixe arrefecer.
  3. Sirva com gelado de nata, se gostar.

terça-feira, 29 de março de 2011

Here comes the sun



Ontem dei-me conta que faltam quatro dias para esta viagem. Agora já não me importam a crise, nem a chuva, nem sequer aquela ruguinha nova que descobri a semana passada. Agora não me importa mais nada. Olho para o relógio como se nas horas que faltam me coubesse toda a vida. A vida que fica aqui à minha espera. Fica com o cesto da roupa suja, com a cama por fazer, com os brinquedos no chão da sala, com o banho por tomar, com a fila do supermercado. Agora não me importa mais nada. Como se em cada um desses minúsculos segundos que faltam coubesse todo o quotidiano da vida que deixo aqui. Um a um. Um gesto, um projecto, uma chatice, um desejo. Uma seta a indicar o novo destino. Uma placa luminosa a indicar a chegada. Desculpa lá vida, vou ali viver outras coisas é já volto.    E volto feliz e contente e cheia de cacarecos novos. Cheiínha de saudades do meu velho relógio de segundos minúsculos onde há-de caber mais quotidiano de vida. Até já!


COULIS DE FRUTOS SILVESTRES
Tempo de preparação: 10 minutos;
Serve: 4-6 pessoas;

  • uma embalagem de frutos silvestres congelados;
  • sumo de meio limão;
  • 50 gr de açúcar;
  • 2 hastes de tomilho;
Modo de preparação:
  1. Coloque todos os ingredientes numa panela em lume médio-baixo. Deixe borbulhar cerca de 10 minutos. Retire as hastes de tomilho. Sirva com sorbet de iogurte, ou outro da sua preferência, polvilhado com um punhado de amêndoas laminadas.

NOTA: O Recipe Box and Co. vai de férias e regressa no próximo dia 15 de Abril. Promete voltar com muitas receitas novas e paladares de outros continentes. Obrigada por lerem e espero encontra-los no regresso!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Janela da alma


Pela moldura da janela viu passar a vida. Não sei se viu a vida t-o-d-a, mas pelo menos a parte da vida em que eu me lembro dela, viu-a por aquela janela. Era capaz de ficar horas e horas enroscada naquela janela alta, à espera que acontecesse, num namoro às claras, a minha bisavó. Era o seu trono alto. E ela gostava disso. Gostava da sensação de intangibilidade que a moldura austera da janela alta lhe dava. Lembro-me que, das poucas vezes que ela controlou o seu ciúme e autorizou que eu também me empoleirasse, vi a mesma vida que ela via. Pareceu-me igual. Mas acho que a ela devia parecer diferente. Nunca lhe perguntei. Daquela janela alta, em que eu só chegava em bicos de pés, a minha bisavó comandava a sua vida. Pedia que lhe fizessem recados e atendia ao que lhe quiserem pedir. Contava as suas coisas e ouvia  o que lhe queriam contar. Aquela janela era o seu camarote privado e dali assistia ao teatro da vida e sonhava. Sonhava com os campos verdes, com os frutos das árvores, com a flores da beira da estrada, com um carro vermelho a passar, com a hora do recreio da escola. Sonhava com biscoitos quentes e com gelados de Verão. Nunca lhe perguntei, mas sei que foi no dia em que deixou de ver a vida por aquela janela que ela deixou de sonhar e que nunca mais quis viver...

SANDUÍCHES DE SORBET DE TANGERINA
(Adaptado do Livro "Postres" do Chef Claudio Sadler)
Tempo de preparação: 25 minutos + refrigeração;
Serve: 1 litro;

  • 400 ml de sumo de tangerina;
  • 400 ml de água;
  • 200 gr de açúcar;
  • 50 ml de licor de tangerina, ou vodka;
  • 1 clara de ovo;
  • bolachas a gosto;
Modo de preparação:

  1. Leve a água ao lume com o açúcar e deixe ferver cerca de 2 minutos, ou até o açúcar se dissolver. Deixe arrefecer.
  2. Junte o sumo de tangerina e o álcool à calda de açúcar. 
  3. Bata a clara em castelo. Incorpore a clara nos liquido e coloque na máquina de fazer gelados, seguindo as instruções.
  4. Leve ao congelador. Antes de servir forme sanduíches com o sorbet e sonhe sempre com a vida....
Nota: Qualquer gelado a seu gosto pode ser servido desta forma que vi aqui. Funciona muito bem com bolachas de manteiga ou de chocolate.


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

By this River

Às vezes seguimos o trilho. Sem nos questionarmos, caminhamos segura e lentamente pela margem do Rio. Não queremos atravessar  e ver o que há do outro lado. Não pensamos em seguir com a rapidez da corrente. Seguimos só o trilho, pensando não ter a certeza de que esse é o nosso caminho. Um dia, um desses dias iguais aos outros, perdemos o rasto do trilho. Ficamos perdidos, sem saber para onde ir. Nesse dia, como em todos os outros, só temos que ver para onde o nosso coração nos puxa,  escolher qual o nosso caminho, e segui-lo com todas as nossas forças. Há quem fique na margem, há quem atravesse a ponte, há quem se deixe seduzir pela rapidez da corrente. Qualquer destas decisões envolve coragem. Coragem para seguir em frente. Coragem para mudar de margem. Coragem para seguir com o ritmo da corrente. Desde que a decisão seja feita com o coração, é sempre motivo para comemorar....a coragem de questionar, de escolher e decidir. Nada melhor que uma sobremesa de Outono para ajudar!

SORBET DE IOGURTE COM CALDA DE PÊRA:
Tempo de preparação: 20 minutos + refrigeração.
Serve: 6-8 pessoas;

  • 600 gr de pêras;
  • 200 ml + 350 ml água;
  • 100 gr + 200 gr açúcar;
  • raspa + sumo de 1 limão;
  • 350 ml de espumante;
  • 5 cravinhos;
  • 2 paus de canela;
  • 2 hastes de tomilho;
  • 100 ml natas frescas;
  • 325 gr iogurte natural;
  • 250 dr de queijo fresco;
Modo de preparação:
  1. Comece pelo sorbet.Coloque numa panela 350 ml de água e 200 gr açúcar. Leve a ferver durante 3 minutos. Retire do lume, deixe arrefecer e junte o sumo de limão. Enquanto arrefece, misture o iogurte com o queijo fresco e por fim a calda de açúcar arrefecida. Coloque na máquina de fazer gelados, e proceda de acordo com as instruções.
  2. Entretanto prepare a calda de pêra. Coloque numa panela 200ml de água, 100gr de açúcar e a raspa de limão. Leve ao lume e deixe ferver durante cerca de 5 minutos. Descasque e parta em pedaços as pêras. Junte à calda de açúcar, as pêras, o cravinho, a canela, o tomilho e o espumante. Deixe ferver em lume brando durante 10 a 15 minutos, ou até que os pedaços de pêra estejam bem cozidos. Retire as especiarias e triture com uma varinha mágica. Deixe arrefecer e incorpore as natas. Leve ao frigorífico.
  3. Sirva o sorbet com a calda de pêra salpicada com pedaços de amêndoas, nozes ou avelãs, consoante o caminho que o seu coração lhe disser para seguir!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Lasser les bons temps rouler


Quando era miúda, sempre que ia a Casa dos Avós do meu Pai tinha a sensação de estar num conto de fadas. As escadas de madeira estreitas, o papel de parede desmaiado, o eco do bater pausado do relógio da sala, os panos de cozinha bordados. Ali, naquela casinha ordenada, onde tudo parecia cheirar a lavanda, não havia tempo para pressas. Tenho a impressão que, naquela Casa, havia sempre tempo para tomar chá, para conversar e aconselhar, para falar e para ouvir. Aquela era uma Casa especial habitada por Gente de outros tempos. Gente para quem ser generoso era mais do que ser solidário, era ser caridoso. Gente para quem ter mérito era mais do que ter dinheiro, era ter fortuna. Aquela Casa era cor-de-rosa, como os sonhos, e aquela vida, mesmo não sendo de sonho, era uma vida feita de paninhos de renda, biscoitinhos de manteiga e ladrilhos de marmelada. Curiosamente, aquela Casa de conto de fadas será, dentro de uma semana, o meu novo local de trabalho. Não terá escadas de madeira, nem toalhas de linho, nem bolinhos de manteiga. Mas, como eu também sou feita da mesma farinha daquela Gente, espero ter nesta Casa sempre tempo para conversar e aconselhar, para ouvir e para falar. Espero que nesta Casa, tal como um dia me ensinaram, não haja tempo para pressas e que aquilo que me proponho a fazer, faça bem feito.

GELADO DE CHOCOLATE, CANELA E MANJERICÃO
(Adaptado do livro Making Artisan Gelato de Torrance Kopfer)
Tempo de preparação: 20 minutos + refrigeração

  • 500 ml de leite;
  • 150 gr de açúcar fino;
  • 4 gemas de ovo;
  • 300 ml de natas frescas;
  • 2 paus de canela+ 1 colher de chá de canela moída;
  • 200 gr chocolate 70% cacau;
  • 16 gr/ 2 colheres de sopa de cacau em pó;
  • 10 gr folhas de manjericão fresco;


Modo de Preparação:



  1. Comece por cozinhar o leite com a canela e metade da quantidade de açúcar, em lume médio, mexendo ocasionalmente, sem deixar ferver. Retire do lume e deixe em infusão cerca de 30 minutos. Entretanto, misture o restante açúcar com as gemas, mexendo continuamente até que a mistura se torne mais espessa e ligeiramente espumosa. De seguida, retire os paus de canela da infusão, misture cuidadosamente as gemas de ovo com o leite quente e com o cacau em pó, mexendo continuamente e leve de novo ao lume, Cozinhando em temperatura média-alta, e tomando cuidado para que não ferva, cozinhe até que esta mistura atinja os 85Cº.
  2. Retire do lume e misture o chocolate partido em bocados pequenos, mexendo até que o chocolate derreta completamente e fique incorporado no leite. Se a mistura não estiver homogénea, passe pela varinha mágica ou pelo copo misturador.
  3. Incorpore este creme nas natas utilizando um coador de malha fina. Adicione as folhas de manjericão finamente cortadas. Deixe esfriar completamente, mexendo ocasionalmente. Cubra o recipiente com película aderente e leve ao frigorífico, por pelo menos 8 horas, ou durante a noite. Coloque na máquina de gelados e siga as instruções do fabricante.
  4. Saboreie este gelado em pequenas taças...lasser les bons temps rouler....


sábado, 14 de agosto de 2010

Fine and Mellow

Correndo o risco de ser apelidada de patriotista, vou dizer-vos uma coisa: as Meloas Portuguesas são, seguramente, as melhores do Mundo! Não posso por a vista em cima sobre uma meloa, pequena, redondinha, de aroma pronunciado, sem que a agarre imediatamente. Nunca me deixo enganar pelo seu estranho e rugoso aspecto exterior. Acredito que estejam a pensar que entre pêssegos, nectarinas, damascos, framboesas e uvas, a meloa não é propriamente a fruta mais sedutora desta época. Mas eu tenho empatia com as meloas, que querem que vos diga? Mal vejo a primeira meloa na banca da fruta, não resisto. Nem mesmo as decepções das primeiras mordidas em meloas farinhentas, sem sabor e descoloridas, me conseguem afastar do desejo de encontrar a meloa perfeita. Geralmente, como-as no seu estado natural. Frescas. Suaves. Divinas. Mas, como ando numa fase mais gulosa, desta vez tentei dar-lhes um destino diferente.....para saborear ao longo de todo o Verão, aquele que é para mim um dos melhores paladares portugueses.

GELADO DE MELOA:
(adaptado daqui)Tempo de preparação: 10 minutos + refrigeração

  • 4 meloas pequenas;
  • 1 vagem de baunilha;
  • 1 lata de leite condensado;
  • 1 pitada de sal grosso;
  • 3 colheres de sopa de Vinho do Porto;
Modo de preparação:


  1. Descasque as meloas, retire as sementes e parta em cubos. Coloque no copo misturador e bata até obter cerca de 1,2 l de sumo de meloa.
  2. Entretanto, corte a vagem de baunilha em duas metades e retire as sementes do seu interior. Deite as sementes de baunilha, a pitada de sal, o Vinho do Porto e o leite condensado no copo misturador e bata novamente. Leve ao frigorífico até estar bem gelado, cerca de 4 a 6 horas durante a noite.
  3. Deite o preparado na máquina de fazer gelados e siga as instruções de utilização. Guarde num recipiente de plástico no congelador até necessitar.
  4. Para saborear em colheradas fartas até o final do Verão este suave e fino paladar de uma meloa portuguesa!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

God Put a Smile Upon Your Face



Um destes dias li que o riso era algo inato. Certo, pensei. O riso é algo que faz parte do nosso Ser. Não se ensina ninguém a rir, nem se ri por mera imitação. O riso é uma emoção sentida. Até aqui ia tudo muito bem. Li ainda que só havia duas formas de fazer outra pessoa rir: por meio de uma imagem ou por meio da palavra. Ia tudo bem, mas deixou de ir. Discordo. Rir é muito mais do que uma reacção a uma piada. Rir é uma poderosa forma de comunicação. Quando eu quero despertar o riso de outra pessoa, quero dar-lhe um instante de felicidade. Não raras vezes faço-o com comida (previsível, não era?)E quando lhes arranco um sorriso, por breves instantes que seja, fico já bastante satisfeita. Ora vamos lá emendar. Existem três formas de fazer os outros rir: por meio de uma imagem, por meio da palavra, e por meio da comida! Tentem dar um instante de felicidade a alguém que vos é querido oferecendo-lhe algo cozinhado por vocês. A reacção é imediata!


SORBET DE ANANÁS COM SEMENTES DE PAPOILA:
(adaptado do Livro The Perfect Scoop de David Lebovitz por aqui)
Tempo de preparação: 5 minutos + 4 horas de refrigeração
  • 1 ananás descascado e cortado em pedaços;
  • 250 ml de água;
  • 14 colheres de açúcar;
  • 2 colheres de chá de sementes de papoila;
Modo de preparação:
  1. Misture o ananás, a água e o açúcar num copo misturador e bata até estar cremoso. Coloque na máquina de fazer gelados e siga as indicações;
  2. Quando o sorbet estiver quase pronto, deite duas colheres de sementes de papoila. Retire da máquina e coloque num recipiente no congelador por 4 horas antes de consumir.
  3. Faça alguém sorrir...isto nem é bem uma receita!
NOTA: Pode adaptar a quantidade de açúcar em função da sua preferência e da qualidade do ananás.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Strawberry fields forever!


Poderão perguntar: Porquê? Porquê perder tempo a fazer gelado de morango, sabor clássico ainda por cima, quando há tantas boas (?) marcas de gelado à venda em qualquer supermercado? Ponto um: porque os gelados industriais são muito mais ricos em matérias gordas e açucares. Fazê-los em casa é muito mais saudável. Ponto dois: porque os gelados industriais de morango não têm sabor a morangos, não cheiram a morangos, e nem sequer tem cor de morangos. Fazê-los em casa é muito mais autêntico. E finalmente, se nenhuma das razões anteriores for suficiente para o convencer a começar imediatamente a fazer gelados artesanais, ponto três: porque esta receita de gelado de morango é FÁCIL e DELICIOSA, acreditem!STRAWBERRY GELATO:
( Adaptado do livro Making Artisan Gelato de Torrance Kopfer)

Para o puré de fruta:
  • 500 gr de morangos, biológicos de preferência, lavados e arranjados;
  • 30 gr de açucar fino;
  • 2 colheres de chá de sumo de limão;
Para o gelado:
  • 500 ml de leite;
  • 150 gr de açúcar fino;
  • 4 gemas de ovo;
  • 300 ml de natas frescas;
  • 350 ml de puré de morango;
Modo de Preparação:
  1. Para preparar o puré de fruta basta cortar os morangos em metades e mistura-los gentilmente com o açúcar, deixando-os a macerar pelos menos 4 horas no frigorífico num recipiente tapado. Assim que os morangos começarem a libertar o seu açúcar natural, reduza-os a puré e misture o sumo de limão. Reserve até ser necessário, ou guarde no frigorífico por dois dias num recipiente fechado.
  2. Para preparar o gelado, comece por cozinhar o leite e metade da quantidade de açúcar, em lume médio, mexendo ocasionalmente, sem deixar ferver. Entretanto, misture o restante açúcar com as gemas, mexendo continuamente até que a mistura se torne mais espessa e ligeiramente espumosa. De seguida, misture cuidadosamente as gemas de ovo com o leite quente, mexendo continuamente e leve de novo ao lume. Cozinhando em temperatura média-alta, e tomando cuidado para que não ferva, cozinhe até que esta mistura atinja os 85Cº.
  3. Incorpore este creme nas natas e acrescente o puré de morangos. Deixe esfriar completamente, mexendo ocasionalmente. Cubra o recipiente com película aderente e leve ao frigorífico, por pelo menos 8 horas, ou durante a noite. Coloque na máquina de gelados e siga as instruções do fabricante.
  4. Vá lá...prove e deixe-se impressionar por este sabor de Verão!